Conta de investimento aberta ao nascer e investida na economia real — sem reduzir nenhum benefício atual.
Mais do que um efeito econômico, uma transformação cultural: uma geração que cresce sabendo que possui ativos investidos no país, participa da criação de riqueza e tem interesse direto na estabilidade da economia e no sucesso das empresas brasileiras.
Não é mesada nem benefício — é patrimônio construído por décadas de retorno composto, pronto para virar estudo, moradia ou empreendimento.
Apoiar a propostaTravas estruturais que se reforçam umas às outras — e que a Conta Convergência enfrenta de uma só vez.
O brasileiro poupa e investe pouco no longo prazo, e a educação financeira ainda é limitada. Poucos constroem patrimônio ao longo da vida.
Quem nasce sem rede patrimonial já larga atrás. Sem um capital inicial comum a todos, a desigualdade se reproduz de geração em geração.
A maioria dos jovens chega à vida adulta sem nenhum capital próprio — o que trava o acesso ao estudo, ao primeiro imóvel e ao próprio negócio.
Falta capital doméstico de longo prazo na bolsa brasileira. O mercado fica pequeno e dependente do fluxo estrangeiro — mais volátil e caro para as empresas.
O país se organizou em torno de transferências de renda — não da formação de patrimônio. A maioria não participa do crescimento das empresas nem da criação de riqueza.
A população envelhece e o gasto previdenciário — já o maior item do orçamento federal — cresce todo ano, sufocando o espaço fiscal para educação, infraestrutura e inovação.
Capitalização individual desde o nascimento, investida em empresas brasileiras, com aportes públicos decrescentes ao longo da infância.
Toda criança nascida no Brasil — cerca de 2,4 milhões por ano — já nasce com uma conta aberta em seu nome.
Um depósito inicial semeia a conta, seguido de aportes públicos anuais decrescentes até os 18 anos.
Recursos aplicados em fundos de índice do mercado acionário brasileiro — baixo custo, neutralidade política e participação direta nas empresas do país.
Vira patrimônio para educação, entrada na casa própria ou abertura de um negócio — com tratamento tributário favorecido.
Mantida investida, a conta continua crescendo — e as ações brasileiras pagam dividendos, gerando renda recorrente enquanto o patrimônio segue aumentando.
O Estado aporta cada vez menos (a linha desce). Mas, capitalizado em ações brasileiras, o saldo dispara — e a maior parte vira retorno composto. Passe o mouse (ou o dedo) sobre o gráfico para ver cada idade.
Mesmo com aporte público total de apenas R$ 9.500, os retorno composto transformam a conta em patrimônio relevante. Escolha o cenário de retorno real anual:
Simulações ilustrativas a partir da escadinha de aportes (total R$ 9.500), com retorno real anual constante. O cenário de 7% é o central; 10% é a ponta otimista. Mantido investido, os saques têm tratamento tributário favorecido após os 30 anos.
Aos 18 anos, o titular pode usar os recursos — com tratamento tributário favorecido — para investir no próprio futuro. Se preferir manter investido, o benefício fiscal premia quem deixa render após os 30.
Curso técnico ou superior.
Entrada do primeiro imóvel.
Abertura do próprio negócio.
Tratamento favorecido após os 30 — ou vire renda mensal.
Sem tocar no dinheiro, o saldo dobra a cada ~10 anos. A qualquer momento pode virar uma renda mensal — ou seguir crescendo, década após década.
Ilustração de longo prazo a 7% a.a. real constante — não é promessa de saldo.
Sem novos impostos e sem mexer em quem já é aposentado: uma postergação gradual da idade de aposentadoria, calibrada para se pagar.
Conta simplificada e ilustrativa, calibrada com dados oficiais (BEPS). A fonte estrutural depende de reforma constitucional (a idade é constitucionalizada pela EC 103) e de validação atuarial final sobre os microdados do CNIS — detalhadas no policy paper.
O mesmo arcabouço permite que crianças nascidas antes do programa também tenham conta — com aportes direcionados e transparentes de quem quiser investir no futuro de um jovem:
Aportam nas contas dos filhos de funcionários — um benefício de longo prazo, com incentivo fiscal.
Financiam contas de grupos específicos: uma escola, uma comunidade, uma região inteira.
Deputados e senadores direcionam recursos para as crianças de suas bases.
Complementam os aportes federais para os jovens do seu território.
Qualquer pessoa pode contribuir para a conta de uma criança — um presente que rende a vida toda.
Uma política pública simultaneamente social e pró-mercado. Receba o policy paper completo e acompanhe a construção da proposta.
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